Fintech: nem cripto moeda, nem banco, apenas uma nova forma de lidar com dinheiro

Com transformações tão expressivas acontecendo em todos os setores, indo desde mobilidade, construção e educação, não seria assustador perceber que novos conceitos e serviços do setor financeiro estariam caminhando para o mesmo processo de inovação.

Primeiro, ouvimos falar das cripto moedas como o Bitcoin, que não importa se é real ou não, trouxe uma tecnologia curiosa chamada block chain. A possibilidade de conseguir literalmente fechar em caixas toda a informação sobre uma moeda, permitindo privacidade e transações mais livres, brilharam os olhos de investidores – mesmo causando o mesmo nível de descrença em tantos outros.

Logo depois, muitas empresas começaram a contar como estavam inserindo block chain em seus métodos, tanto de privacidade, quanto para explorar a base de algo que parecia ser o melhor de dois mundos: digital e financeiro.

Hoje, já podemos visualizar por todos os lados as fintechs. Apesar da palavra se tratar do termo utilizado para a fusão de soluções tecnológicas e o setor financeiro, o nome caiu no gosto popular para explicar bancos que não possuem agências físicas, onde tudo acontece por um App.

Um recente report da Goldman Sachs mostrou como essas startups estão desenhando o trajeto do futuro econômico de nossa sociedade. Só no Brasil, o crescimento chegou em 87%.

Oferecendo serviços rápidos, sem necessidades de presença física para uma geração que acredita que o smartphone pode criar possibilidade de tirar a burocracia de serviços diários, tem crescido em número assombroso, levando consigo o mercado de seguros e crédito.

Fonte: http://www.valor.com.br/financas/4872598/em-ebulicao-fintechs-chegam-244-no-pais

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Fintech: nem cripto moeda, nem banco, apenas uma nova forma de lidar com dinheiro